Pesquisadores examinam o efeito da TMS (Estimulação Magnetica Transcraniana - EMTr) no cérebro
Meike Drießen
Press release No.23 - Bochum, 28.01.2011

O que parece ficção científica é realmente possível: graças à estimulação magnética, a atividade de determinadas células nervosas do cérebro pode ser deliberadamente influenciada. O que acontece no cérebro, neste contexto, tem sido pouco claro até agora. Médicos peritos de Bochum, sob a liderança do Prof Dr. Klaus Funke (Departamento de Neurofisiologia) têm mostrado agora que os padrões de estímulos diversos mudou a atividade de diferentes tipos de células neuronais. Além disso, certos padrões de estímulo levou à ratos aprenderem mais facilmente. O conhecimento obtido pode contribuir para a estimulação cerebral ser utilizada com maior proveito no futuro para tratar distúrbios funcionais do cérebro. Os pesquisadores publicaram os estudos na revista Journal of Neuroscience e no European Journal of Neuroscience.

Pulsos magnéticos para estimular o cérebro
A estimulação magnética transcraniana (EMT) é um método relativamente novo de estimulação indolor das células nervosas cerebrais. O método, que foi apresentado por Anthony Barker, pela primeira vez em 1985, é baseada no fato de que o córtex, a casca do cérebro localizada logo abaixo do osso do crânio, pode ser estimulada por meio de um campo magnético. TMS é aplicada no diagnóstico, na investigação fundamental e também como uma ferramenta potencial terapêutico. Usado em diagnósticos, um único pulso magnético serve para testar a capacidade das células nervosas relacionada a área do córtex, a fim de avaliar as mudanças de doenças ou após o consumo de medicamentos ou então na seqüência de uma estimulação artificial priori do cérebro. Um único pulso magnético pode servir para testar o envolvimento de uma determinada área do córtex em uma tarefa sensoriais, motoras e cognitivas, pois perturba a sua atividade natural por um curto período, ele "desliga" a região em uma base temporária.

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