É OPORTUNO INTRODUZIR A ESTIMULAÇÃO MAGNÉTICA TRANSCRANIANA REPETITIVA EMTR NUMA PRÁTICA CLÍNICA PADRÃO NO TRATAMENTO DOS TRANSTORNOS DEPRESSIVOS?
FITZGERALD P.
AUST NZJ PSYCHIATRY. 2003 FEB;37(1):5-11;DISCUSSION 12-4.

OBJETIVO: Examinar as publicações relacionadas à introdução do potencial da Estimulação Magnética Transcraniana Repetitiva (EMTr) na prática clínica para tratamento da depressão. MÉTODO: Uma revisão da literatura que vem surgindo acompanhada de uma análise das edições acerca das vantagens potenciais e desvantagens da introdução da rTMS como uma estratégia de tratamento. RESULTADOS: Progressivamente vão se acumulando evidencias de que a EMTr tem propriedades antidepressivas que são clinicamente relevantes. Estes efeitos são biologicamente plausíveis e sustentados por uma pesquisa básica. Pacientes com depressão resistente a tratamento possuem poucas alternativas e experimentam sofrimentos significantes, assim justifica-se uma introdução rápida de um tratamento como EMTr para este grupo de pacientes. Contudo, isto precisa ser balanceado com a necessidade de se promover pesquisas adicionais e não levantar expectativas irracionais. CONCLUSÕES: É oportuno que se torne a EMTr um tratamento disponível para pacientes com transtornos do humor resistentes a tratamento. Esta necessidade não precisa ser limitada a experimentações clínicas, mas deveria ocorrer no ambiente médico, onde avaliações contínuas e pesquisas são conduzidas.

Voltar

 

Eletromagnetismo

Bioeletricidade
em Psiquiatría