DEPRESSÃO RESISTENTE A TRATAMENTO: UM HORIZONTE DE NOVAS TERAPIAS
Trivedi MH.
Ann Clin Psychiatry. 2003 Mar; 15(1):59-70

Depression and Anxiety Disorders Program, The University of Texas, Southwesterm Medical School, Dallas, Texas, USA. Madhukar.trivedi@utsouthwestern.edu
Controlar pacientes com depressão resistente a tratamento (TRD) persiste no principal desafio para a prática médica. A depressão é considerada resistente a tratamento quando foram feitas no mínimo duas experimentações adequadas com medicação de diferentes classes farmacológicas sem resposta terapêutica. Embora determinar o estagio de TRD possa permitir a descrição concisa da historia antidepressiva de um paciente, o manejo de TRD seria melhor abordado por tentativas recentes de criar um algorítimo de tratamento que abranja um diagnóstico definitivo para TRD e de estratégias para otimizar as terapias disponíveis, incluindo considerações para novas opções de tratamento. As estratégias atuais para controlar a TRD incluem a otimização da droga inicial, substituição para outra droga da mesma ou de diferente classe antidepressiva, combinação de dois antidepressivos com diferentes mecanismos de ação e adicionar um antidepressivo de uma outra família. Os tratamentos potencias sem a utilização de fármacos incluem a estimulação do nervo, a Estimulação Magnética Transcraniana, e terapia magnética de apreensão, como uma alternativa à eletroconvulsoterpia. Diversos neuropeptídeos e seus receptores também foram identificados como alvos potenciais para a intervenção farmacológica, incluindo tratamentos com liberação do fator corticotropina e substancia P. Outros tratamentos atualmente sob investigação incluem o aumento da terapia antidepressiva com um agente antipsicótico atípico como a olanzapina e a risperidona. Este tipo de intervenção terapêutica pode provar ser especialmente usada no tratamento de pacientes com TRD.

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